O escritório F.Costa & Antonia A.
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Textos do Blog

Produzindo formação em arte e cultura



Por Raquel Honorio - 28/10/2013*


 


No universo da produção cultural,rolex replica existe um desafio que até um tempo atrás era pouco encarado pelos agentes culturais, produtores, artistas, poder público, sociedade civil e empresas privadas. Estou me referindo aqui ao campo da formação em arte e cultura. Muito se sabe e se tenta melhorar o campo da produção cultural, mas aquela produção voltada para as manifestações da cultura e da arte, com seus eventos e espetáculos, e para o desenvolvimento de bens e serviços culturais. Produtores, gestores, agentes financiados e demais atores, todos compartilham, ao mesmo tempo em que disputam, este campo da produção cultural.


Só recentemente, vemos cada vez mais se fortalecendo a proposta de desenvolvimento de formação ou capacitação para a atuação nas diversas atividades do campo cultural. Os projetos culturais, até mesmo aqueles que se configuram como eventos, feiras, mostras e festivais, já começam a desenhar ações de formação junto à sua proposta central. É como se as atividades formativas complementassem o processo de fruição artística e cultural vivenciado através dos eventos, na medida em que atrai o olhar do público para aspectos que antes não participava. A formação também começa a ser usada como uma ferramenta de difusão e promoção da cultura. 


Muitos projetos culturais que enfatizam a formação podem ser observados nas ações do poder público, mesmo se olharmos apenas a cidade de Fortaleza, como a criação de equipamentos culturais e o apoio a organizações sociais. Temos os exemplos do Centro Cultural Bom Jardim, os projetos de Circo Escola no Bom Jardim e Conjunto Palmeiras, a Escola de Artes e Ofícios, as Vilas Olímpicas (que também abrem espaço para formação em cultura), os recentes CUCAS (Centros Urbanos de Cultura, Arte, Ciência e Esporte), bem como cursos oferecidos por Teatros, Museus e Universidades públicas. Todos esses equipamentos e projetos se dedicam a produção de ações formativas, e alguns desses serviços também abrangem atividades de difusão cultural.


Há outros projetos que também são breitling replica watches pensados numa parceria entre educação e cultura, formação e fruição artística, como o recém-implementado “Mais Cultura nas Escolas”, do Ministério da Cultura (MinC), onde serão desenvolvidas, dentro das escolas públicas de todo o país, diversas atividades formativas nas múltiplas linguagens artísticas. Ou mesmo o programa “Mais Educação”, projeto mais antigo, ligado ao Ministério da Educação (MEC) e que também abre espaço para o segmento da arte e cultura ser desenvolvido nas escolas.


Podemos observar também o crescente número de editais que abrangem a área da formação, como o recente edital da Secretaria da Economia Criativa, ou mesmo financiamentos mais antigos do MinC que preveem ajuda de custo para intercâmbio e formação de artistas. Temos a experiência dos Pontos de Cultura, em suas diversas ramificações, que abre um leque enorme para executar projetos de formação no país. Sem citar, para não se prolongar, as experiências de fomento vindas do exterior e que atingem diretamente os países da América Latina. Para citar apenas um, temos o Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas (IBERESCENAS), que contribui para o fomento de processos de montagem, formação artística, intercâmbios entre países e etc., o que colabora para a qualificação técnica e artística dos profissionais e agentes.


O breve panorama acima mostra que o campo da formação não é mais tão novo e já dispõe de uma série de experiências e oportunidades que qualificam essa área e abrem um leque de atuação para quem aposta em trabalhar com arte e cultura. O produtor cultural, os gestores e até mesmo os artistas, precisam hoje estar ligados aos processos educacionais dentro do campo cultural e saber como estas duas ferramentas - educação e cultura - tem cada vez mais caminhado juntas no processo de desenvolvimento social e econômico de diversos países e localidades. 


É preciso compreender que a formação dos indivíduos, o acesso à informação, às linguagens, às técnicas, faz parte do circuito de ações que levam as pessoas ao contato profundo e transformador com a arte. Cabe a cada ator social do campo cultural (produtores, gestores, artistas e mesmo o público) lutar e se organizar para termos cada vez mais um campo estruturado de atuação, onde os projetos possam ser desenvolvidos integralmente e tenham sustentabilidade, buscando-se fontes cada vez maiores de financiamento e evitando-se os desmontes comuns nas políticas públicas, e mais gravemente presentes na área cultural.


*Raquel Santos Honório é conselheira do Instituto Sinergia Social, bacharel em Ciências Sociais - UECE e mestranda do curso de Planejamento e Políticas Públicas - UECE. Atualmente está na coordenação de segmento do Projeto Jardim de Gente no Centro Cultural Bom Jardim. Contato: raquelshonorio@gmail.com







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